Muitas alterações de visão na infância não dão queixa — a criança acha que enxergar assim é normal. A consulta ajuda a descobrir cedo.
A visão se desenvolve nos primeiros anos de vida. Grau alto sem correção, estrabismo ou diferença de grau entre os olhos podem atrapalhar esse desenvolvimento e causar a ambliopia, o “olho preguiçoso”, que tem mais chance de ser tratada quanto mais cedo for descoberta. Por isso, a avaliação oftalmológica é recomendada mesmo para crianças sem queixa, além do teste do olhinho feito na maternidade.
Sinais que merecem avaliação, sem alarme:
A criança aperta os olhos ou chega muito perto da TV e do caderno.
Um dos olhos parece desviar, ou ela inclina a cabeça para olhar.
Reclama de dor de cabeça, tropeça com frequência ou nunca passou por avaliação.
A consulta é adaptada à idade, com figuras e testes que não dependem de a criança saber ler. O médico avalia a visão de cada olho, o alinhamento dos olhos, o grau e a saúde do fundo de olho. Para medir o grau com precisão, geralmente é usado um colírio que dilata a pupila (retinoscopia) — a equipe orienta no agendamento.
O Dr. José André atende todas as idades. A Dra. Caroline D’Agostini atende a oftalmologia geral a partir de 8 anos e a plástica ocular em qualquer idade, inclusive bebês.
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